Missionários xaverianos

Quem somos

Somos uma congregação religiosa de missionários que tem como finalidade o primeiro anuncio do Evangelho no meio dos povos do mundo inteiro, fora do nosso ambiente, cultura e Igreja de origem.

Fieis às preferências de Cristo, nos dirigimos em particular, aos destinatários privilegiados do Reino: os pobres, os fracos, os marginalizados da sociedade, as vítimas da opressão e da injustiça.

O nosso fundador é São Guido Maria Conforti (1865-1931), um bispo italiano que, sendo impossibilitado de realizar seu sonho de ser missionário, fundou um instituto que leva o nome de São Francisco Xavier, grande jesuíta do século XVI.

Conforti quis que seus missionários tivessem uma grande abertura de horizontes, capacidade de adaptação mantida por uma humanidade rica e equilibrada, e uma cultura correspondente às necessidades da missão evangelizadora.

Fieis a seu desejo, incrementamos em nós um espírito criativo, sem fechamento nem preconceitos nos confrontos de pessoas, culturas, ambientes e métodos de evangelização.

Nossa história

A Família Xaveriana nasce em Parma, na Itália, no ano de 1895. Com a herança recebida após a morte do pai, o padre Guido Maria Conforti compra uma casa onde reúne um grupo de 17 seminaristas. Impedido de realizar seu sonho de tornar-se missionário além-fronteiras, ele mesmo decide fundar uma congregação com essa finalidade. Para o bom êxito do projeto, que ele mesmo julga quase temerário, Guido está disposto a dar o melhor de si.

A nossa família cresce rapidamente com um objetivo bem definido: anunciar Jesus Cristo nos lugares onde ainda não é conhecido. O missionário que entra a fazer parte dessa família não é enviado às comunidades cristãs de sua terra, mas sai de seu país para ir onde não há nenhuma presença de igreja. O nosso primeiro campo de trabalho é a China, como era no plano de Conforti, continuando a missão de São Francisco Xavier.

Os primeiros dois xaverianos são enviados em 1899. É o tempo em que a perseguição de um grupo nacionalista radical contra os missionários cristãos alcança o máximo de intensidade. Depois de dois anos, um dos missionários morre e o outro volta para casa. Apesar desse fracasso, o audacioso projeto de dom Guido continua e diversos outros missionários são enviados. Em 1928, Conforti tem a alegria de visitar os seus missionários na China depois de ter realizado mais de vinte expedições. Em 1931, ano da morte de São Guido, a Família Xaveriana conta com 178 membros.

A atividade dos xaverianos na China é interrompida várias vezes pelo suceder-se das guerras. Com a grande marcha comunista de 1947, os xaverianos sofrem perseguições, o rigor das prisões, torturas e, enfim, a expulsão definitiva. Nesse momento, repete-se a epopeia dos primeiros cristãos narrada nos Atos dos Apóstolos: a perseguição provoca a dispersão que se converte em anúncio do Evangelho a outros povos, em outras terras. Foi assim que chegamos em diversos outros países da África, da Ásia, das Américas e da Europa.

Xaverianos no Brasil

Os xaverianos chegaram ao Brasil em 1953. Seu primeiro campo de trabalho foi o Norte do Paraná, em um tempo em que as florestas eram queimadas para ser transformadas em campos de café. As pessoas, vindas de todas as partes, buscavam um futuro melhor para si e seus filhos.

A partir do fim dos anos ‘70, os xaverianos assumiram o desafio das periferias das  cidades de São Paulo, Curitiba, Londrina, Belo Horizonte e Coronel Fabriciano. Lá, eles se empenharam na formação de comunidades eclesiais de base e nas pastorais populares.

Enquanto viviam a aventura de uma Igreja que se colocava decididamente ao lado dos pobres, eles oferecem seu carisma através da animação missionária e da formação de futuros missionários.

Em 1961, alguns xaverianos deixaram o Sul do Brasil para formar o primeiro núcleo de missionários da Prelazia de Abaeté-Tocantins, no estado do Pará.

Mais tarde, sensíveis às emergências de novas áreas de evangelização, iniciaram suas presenças no Estado do Pará, na arquidiocese de Belém e na Prelazia do Xingu e, ultimamente, na Diocese de Conceição do Araguaia. Neste contexto particularmente conflitivo e violento, colocaram-se decididamente do lado dos pobres, dos povos indígenas e dos sem-terra.

Em 2014, o missionário xaveriano Adolfo Zon Pereira que trabalhava em Abaetetuba, foi nomeado bispo da diocese do Alto Solimões no Estado do Amazônia.

Para saber mais sobre os xaverianos, acesse o site www.xaverianos.org.br

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